matutando sobre o sertão
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Novembro 4, 2009, 6:58 pm
Arquivado em: consuelo abreu, fotografia | Tags: consuelo abreu, fotografia, Georgio Rios, poesia
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Pois
o Sertão é isso:
uma vasta estrada que sai cá de dentro
e arruma num sem fim de veredas
um não sei quanto de caminhos
E é nada e tudo
saltando dos olhos
de dentro do dentro
Pra sumir e aparecer de novo
em todo lugar
Suspeito que o Sertão seja
eu e todo mundo junto
dentro das linhas desta mesma história…
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Que bom Consuelo, meu poema por aqui e com uma bela foto para ilustrar!!!!Obrigado pelo espaço!!!!
Comentário por Georgio Rios Dezembro 12, 2009 @ 10:46 pmMuy buenos a foto e o poema.
Ambos despertam o sertão dentro de nós…
Parabéns.
Comentário por Ricardo Thadeu Dezembro 13, 2009 @ 11:51 am¡adiós!
Georgio, a foto é belíssima.
Comentário por Marie Dezembro 14, 2009 @ 1:47 amE o poema a contempla, completa e a pinta maravilhosa novamente.
Parabéns.
Eu já o conhecia não?
Já o li antes em teu blog. E devo ter comentado.
Achei-o muito lindo mesmo.
O conjunto é lindo.
Marie
Consuelo, me perdoe se escrevi para o Georgio no teu blog. Ele me mandou o link.
Comentário por Marie Dezembro 14, 2009 @ 1:52 amSua foto é realmente maravilhosa.
E ambos, poema e foto me calam muito dentro.
Meu avô paterno, Gaucho de Tupaceretã era tropeiro.
Velho emblemático que só fui conhecer na morte de minha avó materna. E até hoje me impressiona a lembrança de sua aparição.
Certamente me corre nas veias.
Algo daquela dura fibra reverbera ainda em mim. Com todo o Sertão. Veredas.
Parabéns e obrigada.
Marie