Agosto 29, 2009, 2:37 am
Arquivado em: consuelo abreu, fotografia, poesia | Tags:

“Deus, estou te ouvindo,
mas não sei como pedir licença
para tudo o que vivi.

Sou apenas o que posso perder,
o segredo que nasce do atrito
entre o penhasco e as ondas.

Avançar uma página
é retornar ao princípio.”

(Carpinejar)


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